O PODER DOS HÁBITOS

2018-06-15

Para entendermos o poder dos hábitos temos que perceber a curva dos hábitos! 
Porque é que as pessoas falham a implementar novos hábitos? 
Por exemplo: definem o objetivo de emagrecer e para isso agora querem correr 10 km, duas vezes por semana! Este objetivo, requer um novo comportamento. 
Mas em determinado momento, tem fome e passa por uma loja de comida “fast food” e pensas: 
“Apenas um big mac faz mal?” 
Come o big mac. Tem uma gratificação instantânea nesse momento? Sim. 
E se fosse uma salada? Tem uma gratificação instantânea? Para muitas pessoas, não! 
Então, passado pouco tempo já está a ir 2 ou 3 vezes comer o big mac. 
E assim não há resultados. 
Para obter resultados, tem que haver compromisso porque passado algum tempo de praticar o novo hábito, os resultados disparam, tanto para cima (bom) como para baixo (mau). É a curva de hábitos! 
 


Vamos então fazer um compromisso com um novo hábito para o próximo mês! 
Apenas um hábito, senão é muita informação e muita informação leva a confusão, frustração e bloqueios e estes levam à inação! 
Se condicionar apenas um hábito, tem uma grande probabilidade de conseguir sucesso!
Se este hábito tiver uma natureza altruísta, a probabilidade de sucesso é ainda maior. Se for apenas egocêntrico, pode conseguir, mas tem menor probabilidade de acontecer! 
Repare no exemplo da maratona: muitas pessoas vão correr a maratona por causas – e causas são objetivos altruístas. 
Quando pensa que “quero perder peso porque não gosto da barriga”, é um objetivo egocêntrico. 
Quando afirma que “queria ter mais energia para poder dar mais aos meus filhos”, é um objetivo altruísta! 
Quando estabeleçe que “quero ter mais energia para ser um exemplo para a minha mulher”, é um objetivo altruísta! 
A aceitação é o primeiro passo para a mudança! Por exemplo, alguém que tem quilos a mais e quer emagrecer. Aceita que está gordo, em primeiro lugar, então depois pode escolher ficar magro! 
Há 2 formas de força motriz que nos levam a fazer acontecer:
 
1. Motivação, é a força de vontade, é bom no momento, é gasolina com fogo, mas, no entanto, é limitada, tem que a alimentar sempre, é como meter gasolina num carro. Tem que estar sempre a meter. É egocêntrica. É sempre temporária e tira-o da dor no momento! Podemos ir “comprar 2 kg” de motivação a um seminário.
2. Inspiração, é diferente, transcende-o. O combustível vem de dentro de si, vem da contribuição para algo maior do que você, é altruísta! 
 
A diferença entre as duas é muito simples: ou se focas em si ou se focas em algo maior do que você! Ou foca em si ou nos outros! 
 
Porquê? Porque é donde vem o poder, e este vem da contribuição!
 
A motivação é diferente, é como teres que provar algo ao mundo, é como teres um “coelho” para apanhar. 
Escolha um novo hábito para este mês! Agora imagine ter todos os meses um novo hábito?
 
Num ano, serão 12 novos hábitos, conscientemente escolhidos! Acha que pode mudar a sua vida? É uma diferença como da noite para o dia, para a maioria das pessoas!
 
E mesmo assim, a maioria das pessoas nunca entende como sair desta ratoeira em que estão presas.
 
Comprometa-se então agora qual vai ser o novo hábito: deixar de ver noticias, melhor alimentação, dizer que amas os teus filhos todos os dias, etc.
Escolha e escreva! Se escrever ele torna-se real! 
Quantas pessoas ficarão contentes com o teu novo hábito? Pense nisso. J
Concluindo, o primeiro passo para sair da imaturidade emocional é ter novos hábitos para sair da curva negativa dos hábitos e assim elevar os seus padrões.